sábado, 3 de setembro de 2011

A Mamata agora ACABA !!!



Wagner Gil, direto de Caruaru
O ano da eleição municipal ainda nem chegou e em Agrestina à política já está pegando fogo. Lá, além da disputa ser no voto a voto, a cidade é conhecida pela violência e radicalização dos partidários mais próximos dois grupos políticos. Na manhã de hoje um episódio envolvendo o filho da prefeita e um vereador foi parar com duas queixas na Delegacia e já deu o tom de como será à campanha para prefeito na terra do Chocalho, quando Carmem Miriam vai tentar a reeleição pelo Partido dos Trabalhadores.
O vereador Antônio Marciano Filho (PTB) e o filho da atual prefeita Carmen Miriam (PT), Moreno, praticamente foram às vias de fato no centro daquele município. O fato ocorreu por volta das 7h, quando o vereador chegava na casa de seu pai, o ex-prefeito Antônio Marciano. Segundo o vereador, o filho da prefeita foi lhe agredindo com palavras de baixo calão, fazendo acusações e depois lhe ameaçou. " Prestei queixa na delegacia e depois vou dar continuidade a esse processo na Justiça", disse o petebista.
O blog ouviu Moreno que negou as acusações e disse ter sido provocado pelo vereador em duas oportunidades. "Na manhã do ultimo dia 30 ele passou em frente a casa da minha mãe e fez vários xingamentos e eu fiquei sem entender. Quando saí, ele estava em frente a casa de seu pai e fez novas acusações, entre elas chamar minha mãe de ladra e outros palavrões. Como ele estava com seus irmãos e armado, fui à delegacia e prestei queixa e só prestei porque ele fez menção que estava armado. Essa é a verdade", disse Moreno.
Nossa reportagem ouviu um assessor da prefeita e ele nos informou que ela vai entrar com uma representação no Ministério Público contra o vereador Marciano Filho, que segundo ele, vem utilizando à tribuna da Câmara de Vereadores para fazer acusações sem provas e difamar a prefeita inclusive com palavrões.
A briga entre os dois grupos se acirrou depois de uma decisão da Justiça Estadual, condenando Marciano Filho, seu pai, o ex-prefeitoAntônio Marciano e a então secretária de Educação, Ana Batista. O processo é referente a utilização indevida de recursos do Fundeb entre 1997 e 2000, época que Marciano Filho era secretário de Administração. Os três foram condenados a devolver R$ 63 mil cada, mas a decisão cabe recurso que deverá ser julgado ainda este ano.
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